É o que revela um estudo de especialistas sobre o comportamento e às queixas sexuais das mulheres. A análise foi realizado no Hospital das Clínicas de São Paulo através de uma equipe do Projeto Sexualidade. Por meio da pesquisa foi concluído que 60% dos médicos não têm a prática de perguntar como anda a vida sexual de suas pacientes. Para conseguir esse resultado, os pesquisadores entrevistaram pelo menos 5 mil ginecologistas. A maioria deles assumiu não tocar no assunto por constrangimento. Porém, quando o fazem, se apressam para logo encaminha-las à psicólogos. O estudo revelou que quando os pacientes tomam a iniciativa de falar, até que metade dos ginecologistas se sente segura para ajudá-las. Do lado das pacientes, também reina o timidez. Para se ter uma idéia do tamanho problema, 54% das brasileiras sofrem de algum tipo de problema sexual.
A grande maioria das mulheres não conversam a respeito de suas dificuldades sexuais, nem mesmo com a melhor amiga. Por fim, o único plano a seguir é ir ao médico, que não pergunta, a paciente não conta e o diagnóstico não é feito. Conclusão, um montão de mulheres insatisfeitas e junto, seus parceiros.
O sexo seguro e prazeroso é tão importante, que é considerado um dos quatro parâmetros utilizados pela Organização Mundial da Saúde para definir a qualidade de vida de uma pessoa.
Fonte: Revista Veja
A grande maioria das mulheres não conversam a respeito de suas dificuldades sexuais, nem mesmo com a melhor amiga. Por fim, o único plano a seguir é ir ao médico, que não pergunta, a paciente não conta e o diagnóstico não é feito. Conclusão, um montão de mulheres insatisfeitas e junto, seus parceiros.
O sexo seguro e prazeroso é tão importante, que é considerado um dos quatro parâmetros utilizados pela Organização Mundial da Saúde para definir a qualidade de vida de uma pessoa.
Fonte: Revista Veja
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